tão estranhas;
tão conhecidas,
tão familiares,
tão próximas,
tão distantes.
Fito-as, atônito;
Vejo algumas
pela última vez
e umas outras
uma vez mais.
As frases já são
vazias e cheias,
e as lágrimas
transparentes
mas carregadas
de tudo aquilo
que já vivemos
de bom, de ruim
e de necessário.
As águas mornas
do rio nosso
e as trilhas instáveis
da mata nossa
estão no final
do seu curso
natural e sem sentido.
Olho nosso jeito
e então descubro
que somos assim
de longe, diferentes
de perto, os mesmos.
As vozes se misturam
perdidas no vento
que sussurra, leve
ao impiedoso Tempo:
"levai, meu Senhor;
eles não sabem o que fazem".
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